Olá, conforme prometido no post anterior, trago aqui a sequência final das seis curiosidades sobre os videogames. Conforme falei na primeira parte, o conteúdo rendeu e resolvi criar duas postagens. Se ainda não leu as três primeiras curiosidades, então volte ao post anterior clicando aqui. Se já leu, ou quer ler depois então toca o baile e vamos na leitura. Esses três tópicos são bem interessantes, pois eu falo da influência dos videogames na cultura popular, nos milhões de dólares investidos na criação e divulgação dos jogos e finalizo falando do que tem tornado os jogos tão atrativos atualmente, que são os recursos gráficos. Bora ler então?
Caros leitores, tudo bem? Antes de mais nada, quero dizer que a ideia de trazer as seis curiosidades sobre os videogames que você não sabia, rendeu um textão. Então resolvi dividir a publicação em duas postagens. Nesta postagem aqui, trago as três primeiras curiosidades. Confesso que demorei um pouco para escrever este post por que fiquei meio perdido sem saber ao certo como começar. Mas depois de uma pesquisa, sem pressa a coisa fluiu e redeu estas duas postagens. E olha que ainda sobrou conteúdo para uma postagem posterior onde vou falar do Minecraft que menciono aqui como o jogo mais vendido de todos os tempos. Vamos ao assunto? Boa leitura.
Nasce uma nova mania
Nos anos 1980, os videogames tiveram um impacto significativo na cultura popular e na indústria de jogos eletrônicos. Consoles como o Atari 2600 e o Nintendo Entertainment System (NES) se tornaram itens comuns em lares em todo o mundo, enquanto jogos como Pac-Man, Donkey Kong e Super Mario Bros. se tornaram ícones culturais. O mercado de videogames cresceu rapidamente, com vendas de consoles e jogos aumentando a cada ano, resultando em um aumento no número de desenvolvedores de jogos e empresas de videogames, tornando-se uma indústria global.
O Pac-Man é um dos jogos mais icônicos da história dos videogames, lançado originalmente em 1980 para fliperamas pela empresa japonesa Namco. O jogo se tornou rapidamente um sucesso mundial, sendo adaptado para diversos consoles, incluindo o Atari, e inspirando inúmeros outros jogos em outras formas de mídia depois dele. No início foi criticado por quem jogava em casa, pois a versão para consoles não tinha a mesma qualidade daquele dos fliperamas. Mas mesmo assim se tornou a mania entre a garotada que tinha um videogame em casa.
Seria errado eu falar que gosto de desenhar enquanto ouço palestras presenciais? Pois é! Esse é um costume que me acompanha desde as primeiras edições do Latinoware (evento de Software Livre anual de Foz do Iguaçu). O interessante é que eu consigo fazer tranquilamente as duas coias. Fico atento à palestra e consigo esboçar minhas ideias para serem trabalhadas posteriormente. E foi assim, em uma palestra no meu trabalho que eu levei meu bloco, lapiseira e comecei essa tirinha. Primeiramente me veio o título. Sem nenhuma ideia a mais, anotei para ver se iria soar bem, dividi a página em quadros e comecei a escrever as falas. Os esboços vieram depois de uns dois dias. Achei melhor trazer para o digital para treinar a técnica com meu display gráfico. E depois de quase uma semana finalizo e dou por concluída a ideia. Posto aqui o resultado e espero que gostem.