Criação não tem pausa. Às vezes, ela se esconde no silêncio do quarto ou entre as pausas de um treino. Neste texto eu compartilho como, mesmo nos momentos em que o tempo é curto e a rotina sufoca, o personagem Punk Dog continua vivo em minha mente exigindo espaço, voz e traço. Um desabafo sincero sobre os bastidores emocionais de quem vive para criar.
Seria errado eu falar que gosto de desenhar enquanto ouço palestras presenciais? Pois é! Esse é um costume que me acompanha desde as primeiras edições do Latinoware (evento de Software Livre anual de Foz do Iguaçu). O interessante é que eu consigo fazer tranquilamente as duas coias. Fico atento à palestra e consigo esboçar minhas ideias para serem trabalhadas posteriormente. E foi assim, em uma palestra no meu trabalho que eu levei meu bloco, lapiseira e comecei essa tirinha. Primeiramente me veio o título. Sem nenhuma ideia a mais, anotei para ver se iria soar bem, dividi a página em quadros e comecei a escrever as falas. Os esboços vieram depois de uns dois dias. Achei melhor trazer para o digital para treinar a técnica com meu display gráfico. E depois de quase uma semana finalizo e dou por concluída a ideia. Posto aqui o resultado e espero que gostem.